Trajeto
O roteiro compartilhado por todos os integrantes do grupo teve como ponto de partida a Estação da Sé (A), passamos pela praça e utilizamos a rua XV de Novembro virando à esquerda na Rua da Quitanda para chegar ao Centro Cultural do Banco do Brasil (B) onde ocorreria o evento, voltamos pelo mesmo caminho e entramos na Rua General Carneiro para visitar o Pateo do Collegio (C), depois retornamos para a Rua Alvares Penteado (onde fica o Centro Cultural) para então virar na Rua São Bento, onde encontramos lugares para comer, por fim voltamos para então entrar na exposição. O trajeto inteiro leva cerca de 20 minutos de caminhada (1,1km) sem levar em consideração os períodos de parada.
Bruno
Ida: No dia da visita acordei as 10 da manhã para tomar café da manhã (que acabou sendo também meu almoço) e fui de carro até a estação Carrão da linha 3 vermelha que é a mais próxima da minha casa (10 minutos de carro), estacionei na rua e fui para o metrô que estava relativamente cheio para um sábado por causa do horário de almoço. Coloquei meu fone de ouvido e fui escutando uma playlist de “The Chainsmokers” observando a paisagem, a linha vermelha corre em paralelo à radial leste que estava relativamente tranquila, e notei como a degradação urbanística aumenta de acordo com a proximidade do centro, principalmente entre as estações Bresser-Mooca e Pedro II (a partir daí o trem toma um trecho subterrâneo) perto da Avenida do Estado e do Viaduto do Glicério, o público neste horário era bem variado entre idades e estilos, mas com maior concentração de jovens do que durante a semana e também alguns sacoleiros de comércio popular que entraram no Brás, é engraçado perceber como as pessoas raramente conversam ou mantém contato visual mesmo em um espaço tão pequeno.
Ao chegar na estação (cerca de 20 minutos depois de partir do Carrão) encontrei com duas integrantes do grupo e fomos analisar o mapa das imediações da Sé para escolher o melhor caminho a ser tomado. Por conhecer a região de uma visita de campo que havia tido na disciplina “Urbanização Brasileira” e de experiências do trabalho (no meu emprego sempre visito cartórios na área), fiz a sugestão de irmos pela rua XV de Novembro, que frequentemente tem rodas de dança e música, além de dar visão para o Pateo do Colégio. Encontramos então os outros integrantes e fomos tirar fotos em um vagão decorativo com a cabine de controle de um trem típico da Linha Azul, além disso também havia uma estátua no mesmo ambiente.
Saímos da estação rumo ao Centro Cultural Banco do Brasil e passamos por uma feirinha de artesanato que frequentemente está na Praça da Sé (que estava relativamente tranquila, com população de rua e vendedores de ouro que sempre estão por lá), antes de atravessar a rua pudemos prestar atenção nos semáforos temáticos da praça, com o desenho da catedral em verde e vermelho para os pedestres. Daí seguimos para a rua XV de Novembro, que estava cheia de vendedores de bijuterias e a roda de dança que fica de frente para a matriz do Banco do Brasil no Edifício Altino Arantes, de lá conseguimos ver o Pateo do Colégio e seguimos nosso caminho virando na Rua da Quitanda e chegando ao Centro Cultural Banco do Brasil onde planejamos ver a exposição “Ex Africa”. Logo de cara fiquei impressionado com a arquitetura do prédio, que foi construído em 1901, entramos e pegamos folhetos da exposição e começamos a circular pelo térreo onde havia uma cafeteria, uma loja de artigos colecionáveis e culturais, além de uma obra que tomava todo o hall do prédio, tomando o pé direito até o primeiro andar do edifício.
Como ainda faltavam alguns integrantes, resolvemos ir até o Pateo do Colégio para uma visita, voltando pela XV de Novembro, quando estávamos próximos avistamos uma manifestação anarquista vindo pela Rua General Carneiro. Ao entrarmos descobrimos que a visitação ao museu Anchieta era paga, então analisamos as obras que ficam expostas do lado externo da cafeteria do Pateo e enfim voltamos para o Centro Cultural e guardamos nossas mochilas para acessar a exposição.
Volta: Na volta seguimos para a estação da Sé pelo mesmo caminho, lá nos separamos entre os grupos que seguiriam pela linha azul ou pela vermelha, fui conversando com os outros integrantes que voltaram para a zona leste (o trem neste horário estava relativamente cheio, sem lugares pra sentar) e segui da estação Carrão para onde eu tinha estacionado o carro caminhando, como já estava de noite o movimento nos entornos estava bem fraco, fui para casa tomar um banho e depois sai para jogar conversa fora com um amigo do ensino médio mesmo estando extremamente cansado.
Carlos:
Ida: No dia da
exposição tive que pegar um ônibus da minha casa (Jardim Primavera – Mauá) até
o centro de Santo André, o ônibus estava bem vazio, o que é bem comum nessa
linha, chegando no ponto da perimetral fui caminhando até a estação onde
aguardei outros membros do grupo, assim que todos estavam reunidos entramos no
trem sentido estação Brás. Porém descemos na estação Tamanduateí e realizamos
uma baldeação na linha verde, onde pegamos o metro sentido Vila Madalena, após
algumas estações descemos na estação Paraíso realizando mais uma baldeação,
dessa vez para a linha azul do metro com destino a estação Sé. Tanto no trem
como no metrô o perfil das pessoas era de certa forma parecido, todos
agasalhados carregando algum tipo de bolsa e/ou mochila, alguns com fones de
ouvido, outros dormindo e algumas pessoas conversando. O destaque da ida sem
sombra de dúvidas foi a apresentação um tanto quanto diferente de um rapaz,
este se apresentou em um vagão do metrô, que nos encontrávamos, ele tocava
violino e foi com certeza bem marcante.
Ao chegarmos
na Sé fomos caminhando até o local da exposição que se encontrava perto da
estação, no meio do caminho fizemos uma parada no Pátio do Colégio. A Sé tem
como característica marcante a diversidade de “tipos” de pessoas, desde pessoas
mais formais até moradores de rua, porém a característica quase que geral que
se encontrava em todos era a utilização de agasalhos, por conta do dia frio.
Logo após essa parada fomos ao Burger King que se encontrava perto da
exposição, onde iríamos logo após essa pausa para a alimentação.
Volta: No
processo de volta fomos bem diretos, fomos direto ao metrô, sem paradas dessa
vez, realizando o mesmo caminho porém dessa vez para voltar, a aparência que
reinava nas conduções era o de cansaço e mais uma vez todos agasalhados. O
grande diferencial no meu trajeto de volta foi descer na estação de Mauá ao
invés de descer em Santo André. Logo que cheguei na estação sai dela e me
encaminhei ao terminal de ônibus, lá peguei o ônibus pra casa, o
Vila Mercedes, que pararia na rua de cima da minha casa, não levando mais que
trinta segundos para chegar nela.
Laiza
Ida: primeiramente peguei um ônibus em direção ao metrô Carrão. Estava um pouco cheio, mas conseguir ir sentada, e por conta do clima um pouco frio, as pessoas estavam agasalhadas, a maioria usando roupas de cores neutras e escuras, mas uma mulher chamou minha atenção por estar usando cores fortes e vivas (vermelho e rosa).
No metrô, fiquei ouvindo música e fui em direção a Sé, onde iria me encontrar com o restante do grupo. Não estava tão cheio, mas fui em pé.
Volta: peguei junto com alguns colegas o metrô e fui para a estação Carrão, onde peguei um ônibus para ir ao shopping comprar algumas coisas, e depois fui para casa. Cheguei bem casada e precisava acordar cedo no dia seguinte, então fui dormir.
Laura:
Ida: Meu processo de ida foi tranquilo, durou no
total 45 minutos aproximadamente; minha mãe me levou de carro até o terminal
Jabaquara, notei que diversas pessoas nas ruas caracterizadas para festas
juninas. Já o metrô estava relativamente vazio, não tinha uma fila muito longa
para comprar o bilhete e consegui ir sentada o percurso todo, reparei também na
presença de várias crianças no mesmo vagão que eu, o que normalmente não
acontece. Desci na estação Sé, onde encontrei o restante do grupo.
Volta: Saímos do evento aproximadamente 17h, fomos
juntos a pé de volta a estação Sé, peguei a linha azul junto com uma parte de
meus colegas, eles desceram na estação Paraíso e eu continuei até a estação
Jabaquara. Durante a volta o metrô estava mais cheio do que na ida e tive que
ir em pé; ao longo do percurso no metrô duas pessoas estavam vendendo, um homem
vendia acessórios para o celular e uma mulher vendia chocolates, lembro de
achar um pouco engraçado pois os dois tentavam vender ao mesmo tempo, fazendo
seus anúncios cada vez mais alto para se sobressair sobre o outro. Cheguei 18h
no Jabaquara, onde minha mãe estava me esperando de carro, eu estava um pouco
cansada mas mesmo assim fui junto com ela para uma quermesse.
Mapas do meu trajeto:
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| Da minha casa até o Terminal Jabaquara (realizado de carro) |
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| Jabaquara - Sé (realizado de metrô) |
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| Do Terminal Jabaquara até a quermesse (realizado de carro) |
Ida: Para chegar até a exposição, saí da minha casa e fui caminhando até o ponto do fretado na Avenida Senador Vergueiro, durou pouco mais de 15 minutos e as ruas estão bem vazias, apesar de ser um sábado a tarde. Encontrei o Paulo (outro integrante) no ponto, como havíamos combinado, e dali pegamos o fretado da Universidade até o Terminal Leste de Santo André, depois, através da Ponto da CPTM, fomos para a estação de trem, encontrando mais três integrantes do grupo. Enquanto esperávamos na frente da estação, um homem nos abordou para vender trufas para ajudar numa instituição que acolhe crianças de rua, compramos duas trufas e entramos para pegar o trem.
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| Violinista |
Por ser um sábado, o trem estava vazio e conseguimos ir sentados, as pessoas que estavam lá aparentavam estar indo trabalhar ou resolver alguma coisa no centro. Vale dizer também que foi a primeira vez que andei de trem! Descemos na Estação Tamanduateí para fazer a integração com as linhas de metrô, esse já estava um pouco mais cheio e tivemos que ir em pé, as pessoas, todas bem agasalhadas devido o clima frio e com mochilas, aparentavam estar indo trabalhar ou estudar. Durante essa parte do trajeto, encontramos um violinista, que estava lá para conseguir "levantar um dinheiro" e, ao final de sua apresentação, contribuímos com alguns trocados que tínhamos.
Chegando na Estação da Sé, encontramos outros integrantes do grupo e seguimos até a praça da Sé, fizemos um pequeno passeio pelos arredores e nos deparamos com uma manifestação antifascista/ anarquista. Fizemos uma pausa para o almoço e seguimos para o CCBB. A Praça da Sé estava com a maioria dos comércios fechados, só com restaurantes e bares abertos, e poucas lojas de roupas e coisas para a copa.
Volta: A volta foi bem mais tranquila, apesar do cansaço e do metro e trem mais cheios. Primeiramente peguei o metrô, que estava bem cheio e fui novamente em pé, as pessoas estavam voltando de seus trabalhos, aparentemente cansadas após uma longa jornada, e bem agasalhadas pois tinha esfriado ainda mais. Dali peguei o trem, que também estava mais cheio do que na ida mas ainda sim consegui ir sentada e o padrão de como as pessoas estavam no metrô se manteve; chegando na Estação de Santo André, fui andando até o Terminal Leste e de lá peguei o ônibus para São Bernardo do Campo, esperei em média 30 minutos até o ônibus chegar, e do Terminal até minha casa foram mais 30 minutos. o ônibus estava vazio, e somente algumas pessoas entraram depois da saída do terminal, a maioria uniformizada e voltando do trabalho. Ao descer do ônibus, meu pai estava me esperando no ponto, pois onde moro é um lugar um pouco ermo, dali fiz uma pequena caminhada até minha casa.
Mapas do trajeto:
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| Casa - Ponto do fretado |
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| Até a estação |
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| Da estação até o CCBB |
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| Do terminal até em casa |
Eveny
Ida: Fui até o centro da cidade em que
moro, Santo André, de carro. O restante do trajeto foi feito a partir do
transporte público; trens da CPTM e Metrô até a estação mais próxima do CCBB,
Sé. O tempo total do trajeto fica em torno de um pouco mais de 1h30.
Na
parte do trajeto que foi feita de carro percebi que não havia muito trânsito,
afinal era sábado e a temperatura estava relativamente baixa. Havia pessoas de
todas as faixas etárias presentes no transporte público, havia muitas pessoas
com a família, filhos, netos, tios, primos, etc. Na minha percepção de quem
lida com trens diariamente, a linha Turquesa estava mais vazia do que nos dias
úteis, porém o Metrô concentrava um maior número de pessoas.
Enquanto
estive na linha Verde presenciei duas manifestações artísticas, uma de dança
(hip-hop) e outra de música (violino), mais tarde descobri que o violinista
também estava presente no trajeto dos meus colegas, os encontrei em frente ao
prédio do CCBB.
Volta: Como já mencionado por alguns,
uma parte do grupo voltou pela linha Vermelha e outra parte pela linha Azul do
Metrô. No meu caso, linha Vermelha, o mesmo que observei na ida foi observado
na volta acerca da quantidade de pessoas.
Resolvi
passar o fim de semana em Paranapiacaba e com um pouco de cansaço cheguei ao
local, o clima estava bastante úmido e com neblina. Ao chegar à cidade em si,
enfrentei um pouco de chuva e frio, levei cerca de 3h até o destino final
através de transporte público durante todo o trajeto.
Ao
passar pela cidade de Rio Grande da Serra onde peguei um ônibus para a cidade
de Paranapiacaba me deparei com um grupo de jovens que iriam acampar na mata
atlântica que cerca a cidade, eles estavam acompanhados de um guia e foram
bastante simpáticos comigo, me convidando inclusive, para passar a noite com
eles, porém eu decidi descansar em uma pousada convencional.
Mapas do trajeto:| Ida |
| Volta |
Matheus:
Ida: Sai da estação de Guapituba que fica ao lado de casa, peguei o trem em direção a Santo André para encontrar outra parte do grupo, lá pegamos o trem para descer em Tamanduateí, durante esse percurso procurei observar as pessoas do trem, e fiquei surpreso ao me deparar com uma velha senhora com vestes peruanas lendo “Memórias de uma moça bem comportada” de Beauvoir, aquela senhora no meio de um vagão cheio de pessoas apenas seguindo a rotina foi algo muito marcante. Ao descermos em Tamanduateí pegamos a linha verde, fizemos baldeação na linha azul e descemos na Sé, onde encontramos então a outra parte do grupo que já nos esperava lá e fomos ao local do evento.
Volta: Voltamos todos juntos para a estação da Sé, porém lá o grupo se separou em dois, parte voltou pela linha azul e a outra pela vermelha, como eu queria pegar o trem vazio no Brás voltei pela vermelha, acabou voltando só eu e uma amiga que ia para Paranapiacaba, foi uma viagem tranquila, com o trem mais vazio do que eu esperava.
Paulo
Ida: Para chegar ao Centro Cultural Banco do Brasil tomei o ônibus fretado da faculdade para chegar
até a estação de trem de Santo André, lá encontrei outros integrantes do grupo e fomos juntos até a
estação Tamanduateí, após esse percurso utilizamos o metrô para chegarmos até a estação da Sé.
O tempo total da viagem foi de aproximadamente uma hora e meia, chegamos no local do evento às
15h, no percurso vimos um violinista que estava tocando dentro do vagão do metrô, por se tratar de
um sábado a tarde não tivemos problemas com a lotação dos transportes.
até a estação de trem de Santo André, lá encontrei outros integrantes do grupo e fomos juntos até a
estação Tamanduateí, após esse percurso utilizamos o metrô para chegarmos até a estação da Sé.
O tempo total da viagem foi de aproximadamente uma hora e meia, chegamos no local do evento às
15h, no percurso vimos um violinista que estava tocando dentro do vagão do metrô, por se tratar de
um sábado a tarde não tivemos problemas com a lotação dos transportes.
Volta: A exposição acabou por volta das 17h, voltei pelo mesmo caminho da ida porém me perdi ao
me separar dos meu colegas pois tive que pegar outro transporte para chegar em casa devido ao
ônibus fretado da faculdade não circular após o meio dia nos sábados. Demorei mais de três horas
para chegar em casa, quando finalmente me encontrei decidi por fim passar numa padaria para
comer e beber algo, devido ao extremo cansaço, fui dormir pouco tempo depois.
me separar dos meu colegas pois tive que pegar outro transporte para chegar em casa devido ao
ônibus fretado da faculdade não circular após o meio dia nos sábados. Demorei mais de três horas
para chegar em casa, quando finalmente me encontrei decidi por fim passar numa padaria para
comer e beber algo, devido ao extremo cansaço, fui dormir pouco tempo depois.










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